Diário de viagem: Campos do Jordão – dias 3 e 4


Olá, pessoas! Finalmente voltei com a segunda parte da minha viagem com os meus dois últimos dias em Campos do Jordão! Se você ainda não viu o post da primeira parte, corre lá no Diário de viagem: Campos do Jordão – dias 1 e 2 que eu contei como foram os dois primeiros dias nessa cidade incrível! Prometo postar o de São Paulo também ainda nesta semana, mas já aviso que não tenho tantas fotos e experiências legais como tive em Campos do Jordão. Então vamos lá?

Na quarta-feira, dia 6, tomamos café e saímos meio que sem rumo, ainda sem decidir onde iríamos. Pegamos o mapa e então resolvemos visitar o Pico do Itapeva. No caminho, conhecemos o Lago do Itapeva, que é lindíssimo mas estava muito frio e o vento era muito forte, por isso não saíram tantas fotos legais. Mas quando chegamos no pico descobri que no lago nem ventava tanto assim! No Pico do Itapeva o vento é tão forte que a gente precisava segurar o celular com muita firmeza na hora de tirar foto para o vento não levar tudo embora. E não é brincadeira! Mas a vista é tão maravilhosa que vale a pena enfrentar o vento e o frio. Lá em cima mesmo não tem nada além de antenas e vendedores ambulantes, mas vale a pena o passeio só pela vista.

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Por não ter muitas atividades no pico, o passeio foi bem rápido e de lá seguimos para a Ducha de Prata. No caminho, descobrimos um local que onde dava para tirar fotos lindas do hotel que estávamos hospedados, então paramos lá um pouquinho e tiramos várias fotos. O bom de ler sobre os lugares na internet antes de visitar é que a gente evita decepções e acaba até mesmo se surpreendendo. Depois de muitos comentários negativos que li sobre a Ducha de Prata, eu até que achei o lugar bem bonitinho. Lá tem muitas lojinhas que vendem lembrancinhas para turistas, chocolates e outras coisinhas bonitinhas. A entrada é de graça e até que é agradável a queda d’água artificial que tem lá, deu para tirar fotos legais e passear um pouquinho. Almoçamos por lá mesmo em um restaurante que tinha do outro lado da rua, que eu esqueci de guardar o nome. 🙁

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Depois de almoçar, fomos para o Bosque do Silêncio, que é bem pertinho da Ducha de Prata. Esse lugar me surpreendeu porque é um parque lindo e bem cuidado e a entrada é de graça! Claro que as atividades são pagas, mas ainda assim, todo parque que a gente ia tinha que pagar para entrar! Fomos super bem recebidos, uma pessoa explicou para a gente todas as atividades que o parque oferecia e nós resolvemos jogar mini golfe! Na verdade, eu estava doida para jogar e esse foi o principal motivo de termos ido até lá. Eu fiquei impressionada com as minhas habilidades porque até que eu me saí bem, mas eu falhei horrivelmente em duas “pistas” (?) que realmente pareciam impossíveis para mim, mas meu namorado conseguiu! Depois fomos caminhar pelo parque, mas infelizmente não vimos nenhum esquilo por lá. Uma grande decepção.

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De lá, resolvemos nos aventurar e ir ver a Pedra do Baú. Pegamos um caminho que não tínhamos ideia se estava certo e totalmente despreparados para o que nos esperava: uma bela trilha. Eu não tinha me preparado para trilha nenhuma e no final acabei fazendo várias. O caminho que pegamos levava até o Bauzinho, mas como não íamos escalar e estávamos completamente cansados e despreparados, fomos só até o fim da primeira trilha, que levava a uma estrada de terra, de onde dava para ver direitinho a Pedra do Baú. Que vista incrível! Ficamos um bom tempo lá tirando várias fotos (e descansando para voltar hahaha). Depois dessa aventura emocionante, passamos na fábrica de chocolates Araucária, onde tomamos um chocolate quente e compramos uns chocolatinhos e depois voltamos para o hotel para tomar um banho, pois estávamos exaustos! A preguiça de andar no centro e jantar era grande, por isso fomos jantar no Satélite, que é um hotel para sócios do Satélite Esporte Clube, mas o restaurante é aberto ao público e é delicioso (e por quilo, eu adoro hahahaha).

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Na quinta-feira, caprichamos no café da manhã e fomos conhecer o Borboletário Flores que Voam. Lá eu encontrei uma colega de faculdade que eu não via há um tempão, o que foi muito incrível pois não nos víamos há muuuuito tempo e qual a chance de encontrar alguém conhecido tão longe de casa em um lugar tão aleatório? Amei! O borboletário é muito legal, nunca tinha visitado nenhum, então eu fiquei feito boba impressionada com as borboletas voando entre as pessoas. Fiquei só um pouco com dó porque as pessoas insistem em tentar pegar as borboletas, em vez de deixá-las em paz. De lá fomos ao Horto Florestal, que é um parque gigantesco e foi lá que fizemos o pior passeio de nossa viagem hahaha. Como estávamos muito cansados, pagamos para fazer um passeio de trenzinho dentro do parque, pensando que veríamos muitas coisas legais, mas o passeio é super sem graça e não vale a pena. O passeio é mais caro que a entrada do parque e só te leva para lugar nenhum e te traz de volta ao estacionamento. Almoçamos no restaurante lá de dentro mesmo, o que foi bem melhor que o trenzinho! Os pratos do restaurante servem duas pessoas e estava uma delícia! Recomendo o restaurante, além dos garçons serem muito educados (assim como a maioria dos garçons que nos atenderam em Campos do Jordão), mesmo o restaurante estando muito lotado.

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Mais tarde, fomos ao Museu Felícia Leirner, onde fica o Auditório Claudio Santoro. Primeiro nós visitamos o auditório, que é só um auditório normal, mas é bem bonito e muito bem cuidado. Naquele dia não tinha nada, mas nessa época do ano acontecem vários eventos e apresentações lá que eu acredito que devem ser bem legais. O museu é a céu aberto e tem várias esculturas de bronze, granito e cimento branco da artista Felícia Leirner, que estão distribuídas em um caminho dividido em cinco fases: Figurativa, A Caminho da Abstração, Abstrata, Orgânica e Recortes na Paisagem. O passeio é bem legal e no final o caminho leva até um mirante de onde dá para ver a Pedra do Baú bem de longe. Na volta, nós passamos no Palácio Boa Vista, mas como já estava um pouco tarde nós só vimos pelo portão porque já estava fechado. De frente ao palácio tem o Café Palácio que ainda estava aberto, então aproveitamos para tomar algo quentinho, porque o frio já estava começando a incomodar. O lugar é bem bonitinho e tem uma vista linda para a cidade. Voltamos ao hotel para tomar banho e sair para aproveitar o último dia de friozinho e jantar no centro turístico. Passeamos bastante, comemos crepe suíço e pizza, mas o frio estava insuportável, por isso nem ficamos até muito tarde.

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Na sexta-feira, levantamos cedinho para tomar café e ouvimos um funcionário do hotel conversando com um outro hóspede e ele disse que durante a madrugada tinha feito menos de 0ºC! Ainda bem que o quarto tinha aquecedor e colchão aquecido e eu nem senti esse frio todo! hahaha Terminamos de arrumar as malas e colocamos o pé na estrada, pois tínhamos que chegar em São Paulo antes das 14h para buscar minha irmã na Barra Funda.


E é isso aí! Em breve eu volto para contar sobre nosso passeio em São Paulo e mostrar todas as tralhas que eu comprei por lá, que foram muitas! Espero que tenham gostado do post, mesmo não sendo um tipo de coisa que vou postar muito frequentemente (porque não viajo muito), mas me contem se gostaram e se acham que eu devo fazer de novo na minha próxima viagem! Um beijo grande e até o próximo! 😀

 

 

Anna Kcau

28 anos com gostos e manias de 12. Recém formada em Arquitetura e Urbanismo. Apaixonada por bonecas, animes, mangás, videogames. Snapchat: annakcau

Um comentário em “Diário de viagem: Campos do Jordão – dias 3 e 4

  1. Que AMORZINHO que você tá com touca, luvas e cachecol, tudo rosinha… Amei, fofa demais!
    Fiquei imaginando o pânico que você sentiram com essa ventaiada toda, e é algo pro qual a gente não se prepara, né? O jeito é realmente tomar cuidado pra não sair tudo voando! Mas valeu a pena porque as fotos ficaram lindas, esse chocolate quente aí tá me dando fominha!

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